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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Juíza de Neópolis causa terrorismo a quilombolas no Baixo São Francisco , diz deputado federal do Maranhão

Uma a assombração aos quilombolas. Assim descreveu a situação vivenciada por quilombolas em Sergipe.  A denúncia é do membro da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Domingos Dutra que pediu o afastamento da Juiza Rosivan Machado da comarca de Neópolis. Ele foi entrevistado com exclusividade hoje, 07, no Sergipe Notícias meio dia, apresentado por André Barros, na Megga FM, 93,5.
“Estive aí em Sergipe e ouvi relatos de várias comunidades quilombolas de várias cidades que vivem a margem do Rio São Francisco. Segundo a constituição é dever do estado brasileiro identificar, demarcar e entregar terras  que tenham um  grande número de Afro Descendentes.  Em, Sergipe são 17 áreas identificadas, uma titulada e a situação dos negros .quilombolas é pior do que os animais de fazendeiros rico. Sabe por que,, os fazendeiros dão água de qualidade para os bois, mas os quilombolas de Sergipe bebem água de moringa, em iguarapés, sem tratamento. A maioria dessas pessoas são semi analfabetas”.  O deputado federal apontou a situação que, segundo ele, seria mais grave: “Muitos quilombolas me relataram que a juíza de Neópolis, Doutora Rosivan Machando é latifundiária, casada com um policial civil e vice prefeito de uma cidade, está usando a posição de juíza para defender  os próprios interesse e  de proprietários de terra. Essa juíza promove uma campanha para que se as pessoas se neguem como quilombolas e percam o direito ao reconhecimento das terras e todos os benefícios que um quilombola precisa receber, já que vivem em uma situação ruim. Eles dizem André, que a juíza colhe assinaturas sob pressão e ameaça dizendo que se as pessoas não assinarem, voltarão a ser escravos, unida inclusive a jagunços”.
Diante da denúncia tão grave, André Barros perguntou se o deputado procurou o governador. “Não conversei com o governador,  mas o ex- deputado Iran Barbosa ouviu os relatos. Encaminhei um pedido ao companheiro Marcelo Deda,  para que ele convoque a polícia militar para dar segurança;  oriente a secretaria de educação  capacitar professores para dar aulas para quilombolas,  pois os atuais professores dessas crianças item incutido valores que negam a simbologia dos negros e é preciso também e eu pedi que o governador Marcelo Deda estabeleça um pacote de políticas publicas. Hoje eles fazem rocha com machado, com cavador, na unha, para que as pessoas trabalhem menos e produzam mais como em outras regiões do país”, informou o deputado federal Domingos Dutra.
Domingos informou ainda que já encaminhou uma série de denúncias ao governo federal. E avisou “Quero voltar à região para fazer uma reunião na beira do Rio, juntar com as comunidades para espantar essa assombração dessa juíza que usa sua função para aterrorizar as pessoas”. Domingos informou que já conversou com a Ministra da Secretaria Nacional Direitos Humanos, Maria do Rosário. Coincidentemente ela e o Secretário Estadual de Direitos Humanos Iran Barbosa se reúnem nesta segunda feita, as 14h00 com o governador e devem tratar do tema. (Pedro Carregosa).

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